O coelho pagão que salta pelos séculos cristãos Por entre os aromáticos campos de tulipas em Amsterdã, as colinas em plena florescência de Heidelberg, os parques festivos de Paris e os pátios ensolarados de Praga, o coelho corre, saltitante e cerimonioso, como quem traz consigo a alvorada da primavera. Ali, onde as flores despertam em sincronia com o calendário pascal, ele simboliza a renovação concernente a toda e qualquer vida, inclusive a silvestre. No entanto, eis que, atravessando oceanos e estações, o mensageiro primaveril também chega ao hemisfério sul, onde entre folhas secas que se acumulam delicadamente nos jardins de Gramado , é recebido, outrossim como uma célebre aparição sacra. Consequentemente, até a névoa que, apesar de já pressentir a morte invernal, rende-se à alegria restauradora do período pascal. Sendo assim, prolifera-se o ícone do coelho — criatura miúda, mas ancestral em sua simbologia — em toda a nossa ornamentação ocidental. O mesmo habita em vitrines r...
👏👏👏
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ExcluirQue instigante, adorando cada novidade
ResponderExcluirAinda há muito mais para contar!
ExcluirAcompanhando tudo até a grande revelação! Ansioso para conhecer o livro
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ExcluirpParecer ser uma grande história, parabéns
ResponderExcluirEstou ansiosa para compartilhá-la!
ExcluirBela animação e tropes
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ExcluirAnimado para conferir o produto final
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ExcluirBelo!!!
ResponderExcluirObrigado, estou feliz que tenha gostado
ExcluirExiste alguma data para lançar o livro?
ResponderExcluirAinda não existe uma data específica. Mas, todas as novidades acerca do meu novo livro, eu notificio aqui no blog e em meu instagram assinalado abaixo dos comentários. Eu te convido a me seguir em ambas as redes.
ExcluirMas, será em breve!
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